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Empresário arranca coração de vítima e come órgão cru para provar que não era homossexual
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Empresário arranca coração de vítima e come órgão cru para provar que não era homossexual


11/07/2014 08h09

Andrew Chimboza, de 35 anos, arrancou coração de homem que o chamou de homossexual, e comeu órgão antes de notar que tinha matado.


Um homem de negócios na África admitiu um ato selvagem de canibalismo ao arrancar o coração de um homem para fora do corpo e comê-lo, tudo para mostrar que o empresário não era homossexual.

Andrew Chimboza, de 35 anos, disse à polícia da Cidade do Cabo, em um comunicado, que matou Mbuyiselo Manona, de 62 anos, em defesa própria, na casa de um cliente no município de Gugulethu, após ser insultado.

De acordo com relatos, o homem sentou-se sobre a vítima, rasgou seu peito e, arrancando o coração, o comeu, tudo para mostrar que não era homossexual. Após o feito ele percebeu que sua vítima estava morta. 

Andrew Chimboza, de 35 anos, arrancou coração de homem que o chamou de homossexual, e comeu órgão antes de notar que tinha matado sua vítima.

O policial que prendeu Chimboza no local encontrou-o mastigando a carne crua, e notou que o pescoço de Manona tinha sido "comido pela metade”. O policial ainda relatou que o peito da vítima tinha um buraco no lado esquerdo.

No entanto, Chimboza, que nasceu no Zimbabwe, agora está disputando a veracidade de sua declaração, argumentando que ela foi fabricada depois que ele foi agredido pela polícia.

Chimboza, que é empresário, afirma que esfaqueou Manona até a morte, mas não se lembra de tirar o coração e comê-lo.

O ataque brutal ocorreu na noite de 10 de junho.
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